Conheça 10 cervejas para estourar no Réveillon

Wäls Brut é uma das principais Bière Brut brasileiras.


Pra que estourar um champagne ou espumante no Réveillon se você pode abrir uma bela garrafa de cerveja? Muita gente se vê forçada a brindar a chegada do novo ano com espumantes, mesmo quando não é muito chegado à bebida. Para os cervejeiros a opção é investir numa Bière Brut.


Requintadas e embaladas em garrafas de espumante, as Bière Brut, ou Bière de Champagne, são preparadas com o mesmo método dos champagnes, o champenoise. Ele consiste em uma refermentação na garrafa, que é armazenada e maturada por vários meses na posição horizontal, com o gargalo para baixo.

Durante esse período, elas são giradas diariamente no processo conhecido como remuage, para que as leveduras não se depositem nas paredes. Quando a refermentação está pronta, o gargalo é congelado e passa pelo Degorgement, que é a retirada do fermento através da pressão da própria bebida, que é definitivamente arrolhada.

Além desse estilo, há outros tipos de cervejas que recebem a definição Brut

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Mercado nacional tem alternativas como a Morada Double Vienna Brut.

DeuS – É a Bière Brut mais cobiçada pelos cervejeiros. O mito em torno da cerveja é justificado por todo o trabalho que dá produzi-la. Primeiro ela é braçada na Bélgica, onde passa por duas fermentações. Em seguida é enviada para a França, na região de Champagne, onde fica por um ano, sofre uma terceira fermentação na garrafa e o processo de remuage, até voltar para a Bélgica. Tem 11,5% de teor alcoólico.

Wäls Brut – É uma das representantes nacionais do estilo. A Wäls Brut também passa pelo método champenoise e leva levedura de champagne. Foi escolhida a melhor cerveja do Brasil em 2013 e a melhor do mundo em seu estilo em 2015. Tem 11% de teor alcoólico.

Morada Double Vienna Brut – Outra nacional na lista é a Morada Double Vienna Brut. Feita com base na Double Vienna da cervejaria, suas garrafas passam por um processo de champenoise e são maturadas por 18 meses. Tem 11,5% de teor alcoólico.

Eisenbahn Lust – Primeira cerveja no estilo produzida no Brasil, a Eisenbahn Lust passa por uma maturação normal de cerveja e depois é enviada para uma vinícola onde é refermentada na garrafa. Tem 11,5% de teor alcoólico.

Freising Brut – Mais uma nacional que segue o método champenoise, a Freising Brut é de São Paulo. Além do processo de produção semelhante aos espumantes, a cerveja tem produção bastante limitada. Tem 10% de teor alcoólico.

Malheur Bière Brut – Outra belga, a Malheur Bière Brut é feita a partir da receita da Malheur 10°, uma Belgian Strong Golden Ale. Refermentada três vezes na garrafa e submetida ao método remuage, a cerveja ganha 11% de álcool.

Malheur Dark Brut – Da mesma cervejaria, essa Brut se destaca de outras por ser escura. Feita a partir da receita de uma Belgian Dark Strong Ale, também sofre o processo champenoise. Ela tem 12% de álcool.

Mikkeller Nelson Sauvin Dry Hopped – Essa versão da Brut dos dinamarqueses da Mikkeller tem um toque especial para quem gosta de lúpulo. Além de passar por maturação em barris de carvalho com lúpulos Nelson Sauvin e leveduras Brettanomyces, ela é envelhecida em barris de Chardonnay e ganha mais dry hop. Tem 9% de álcool.

Samuel Adams Infinium – Essa Bière Brut é uma parceria entre duas respeitadíssimas cervejarias, a alemã Weihenstephan, mais antiga cervejaria em funcionamento no mundo, e a norte-americana Samuel Adams. Tem 10,3% de álcool.

Liefmans Kriek-Brut – Ao contrário das outras, essa belga não passa pelo processo de champenoise, mas não deixa de ser uma cerveja especial. Maturada por 18 meses, ela é um blend de Oud Bruin com uma cerveja envelhecida com cerejas frescas. Tem 6% de álcool.

Belga Malheur tem mais de uma opção de Bière Brut.

Fonte: G1
Fotos: Reprodução G1

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